Devo confessar, que esse era um dos títulos que eu aguardava o lançamento ansiosamente há muito tempo.
Então "preparem-se para novos prazeres".
Hellraiser - Renascido do Inferno
por Clive
Barker
Um livro tão assustador que nenhuma
editora nacional teve a coragem de lançar. Mas não pense que você está a salvo.
A DarkSide®
Books traz
para o Brasil o tão aguardado Hellraiser
– Renascido do Inferno, o romance
que fez de Clive Barker uma lenda viva do terror.
O livro chega às livrarias em setembro
de 2015, às vesperas do aniversário de 30 anos de seu lançamento internacional.
Escrito em 1986, Hellraiser – Renascido do Inferno apresentou ao público os demoníacos Cenobitas, personagens criados por Clive
Barker que hoje figuram no seleto grupo de vilões ícones da cultura pop como Jason,
Leatherface ou Darth Vader. Toda a perversidade desses torturadores eternos
está presente em detalhes que estimulam a imaginação dos leitores e superam, de
longe, o horror do cinema.
Clive Barker escreveu o romance Hellraiser – Renascido do Inferno (The Hellbound Heart, no original) já com a intenção de adaptá-lo ao cinema. O
cultuado filme de 1987 seria sua estreia na direção, e ele usou o livro para
mostrar todo seu talento como contador de histórias a possíveis financiadores.
Nas palavras do próprio Barker: “A única maneira foi escrever o romance com a
intenção específica de filmá-lo. Foi a primeira e única vez que fiz assim, e
deu resultado”.
De leitura rápida e devastadora, Hellraiser – Renascido do Inferno conta a história de um homem obcecado por prazeres pouco
convencionais que é tragado para o inferno.
Inspirado nas afinidades peculiares do
autor, o sadomasoquismo é um tema constante em sua arte.
Hellraiser – Renascido do Inferno chega às livrarias em duas edições como só a DarkSide® Books sabe fazer:
Limited Edition (capa dura) e Classic Edition (com a revolucionária capa com
book frame®).
Não há mais volta, você abriu a caixa e eles chegaram.
E no último dia 08.08.2015 aconteceu na Livraria Cultura do Conjunto Nacional em São Paulo, o lançamento do livro "Caçadores de Almas". A 2ª obra da jovem escritora Ana Beatriz Brandão.
Como já era de se esperar, foi um imenso sucesso. Foram mais de 5 horas de autógrafos, e uma fila sem fim.
Mesmo com um pé machucado, fiz questão de ir. Aliás madruguei, o evento iria começar às 11hrs, mas cheguei um pouco depois das 8hrs. Coisas de quem mora no interior e se arrisca em transporte público por aí.
Mas chega de blá, blá, blá e vamos ao que interessa. Fotos, fotos e mais fotos.
Livro - Dez Coisas que Aprendi Sobre o Amor (Ten Things I’ve Learnt About Love) Autora - Sarah Butler (tradução de Paulo Polzonoff Junior) Editora - Novo Conceito
Alice, uma mulher por volta dos 30 anos, que após um longo período volta pra casa do seu pai. Ele está muito doente e talvez seja a despedida entre os dois.
Daniel, um morador de rua na faixa dos seus 60 anos, que sonha encontrar a filha que nunca conheceu.
Duas personagens muito diferentes, mas com algo em comum. Ambas tem uma lista onde colocam seus sonhos, lembranças e impressões pessoais. Porém, o mais importante de tudo isso, é que as duas estão em busca do amor. Não o amor de um casal, mas o amor familiar, que une pais e filhos pela vida afora.
Recebi os primeiros capítulos como cortesia da Editora Novo Conceito, e preciso confessar: essas poucas páginas foram suficientes pra eu sentir um nozinho na garganta.
A leitura se reveza entre a história da Alice e do Daniel, sempre antecedido por uma lista. A narrativa é bastante detalhada, mas nem um pouco enfadonha. Em poucas frases é possível se localizar na história e imaginar a aparência das personagens e dos ambientes.
Foram poucas páginas, mas sem dúvida nenhuma instigou minha curiosidade e interesse na leitura. Mal posso esperar para saber o desenrolar dessa história.
Pra entrar no clima das listas, decidi fazer uma lista com 10 coisas que sei sobre o amor.
1 - O cheiro do meu pai e da minha mãe. Nada é melhor que isso;
2 - Ficar embaixo das cobertas num dia frio;
3 - Cuidar do meu jardim;
4 - Chocolate amargo, hum;
5 - Andar ao ar livre;
6 - Dançar;
7 - Ver meu sobrinho crescendo;
8 - Chegar em casa e ver os olhinhos de jabuticaba do meu bichinho;
A Maldição da Casa Abandonada por Maëlys Madeleine
Independente - 31 pgs
O protagonista da história, um adolescente de 16 anos, mudou-se há pouco tempo de estado. E como em todas as mudanças, as adaptações são necessárias. E a mudança de escola está sendo particularmente terrível pro jovem Alex, se enquadrar em novo grupo não está sendo nada fácil.
Até o momento que, entre uma música e outra que ele ouve incessantemente, um trecho de uma conversa chama sua atenção. Eram Helen e Juliana, conversando sobre a história de um garoto que havia enlouquecido após entrar em uma casa abandonada. Pronto, Alex entra na conversa e decidi que quer ver essas casa com seus próprios olhos.
Quem nunca teve uma história de casa abandonada na vizinhança? E com tantas histórias por aí, a gente pode achar que essa é apenas mais uma, e que como tantas outras podemos prever o final. Porém, não é o que acontece aqui. A narrativa é muito boa e nada previsível. É daquelas que te fisga no começo e só te solta quando acaba, e você só vai saber o que realmente aconteceu nas últimas linhas.
Sou uma fã do gênero desde muito cedo, e é muito comum depois de tantas leituras desvendar os mistérios do livros logo no início da história ou no máximo no últimos capítulos. Mas aqui, a autora conseguiu dentro de poucas páginas, escrever uma trama envolvente e que manteve o mistério até o fim. Isso me chamou muito a atenção e fez com que gostasse muito do livro. Na realidade, não é exatamente um livro, e sim um conto grande. O que é uma pena.
Li a obra no aplicativo do kindle. A diagramação é boa, mas tem alguns errinhos de revisão, que não são graves e nem prejudicam o entendimento da trama. A capa da versão que eu tenho retrata muito bem o ambiente no qual a história se passa.
Em resumo: assustador como todo bom livro de terror deve ser.
Ana
Beatriz Brandão é uma jovem escritora, de apenas 15 anos, que já publicou 2
livros e tem mais 12 prontos. Definitivamente, não é algo comum em alguém tão
jovem.
O 1º
livro lançado foi, Sombra de um Anjo pelo selo Talentos da Literatura Brasileira
da Editora Novo Século. Em poucos meses teve a 1ª edição esgotada, o que levou
a editora a lançar uma segunda edição com novos capítulos, final alternativo e
um longo contrato pela frente. Sem dúvida nenhuma, ela é uma das promessas da
literatura nacional fantástica.
Pouco
tempo depois desse lançamento a escritora já nos traz outra obra novinha em
folha, que será lançada em Agosto de 2015. Mas antes de saber mais sobre isso,
a Aninha (como eu carinhosamente a chamo) cedeu uma entrevista pro Profissão:
Leitora. Então, vamos conhecer um pouquinho mais sobre essa moça?
Entrevista
PL - Você
é muito jovem, porém já se tornou uma escritora. Como professora, vejo que
muitos adolescentes tem grande dificuldade em produzir
pequenos textos. Você também tinha essa dificuldade?
Ana
Beatriz Brandão - Tinha sim, mas porque eu não conseguia escrever pouco... hahaha...
Como comecei a ler desde muito cedo, sempre tive facilidade para escrever, a
leitura ajuda a desenvolver a escrita, aumenta o vocabulário, e melhora a
criatividade.
PL - Em
que momento surgiu a ideia de escrever um livro?
Ana
Beatriz Brandão - A partir de um sonho que eu tive, pensei na história por
muitos dias, até que resolvi escrever um conto. No final estava com uma série
de quatro livros escritos sobre ele.
PL - Como
seus professores e colegas de classe ficaram sabendo que você havia se tornado
escritora? E como reagiram?
Ana
Beatriz Brandão - No começo acharam que eu estava brincando, depois tive muito
apoio e incentivo dos professores e amigos.
PL - E
como sua família reagiu?
Ana
Beatriz Brandão - Minha mãe estimulou a escrever o tal conto que virou série,
meu pai achou o máximo e também me apoiou muito, eles são meu alicerce e
maiores companheiros nessa minha caminhada no mundo literário.
PL - Qual
foi o caminho até o primeiro livro ser publicado?
Ana
Beatriz Brandão - Longo!! Você tem que pesquisar bastante, tem que ter muita
paciência para esperar uma resposta das editoras e, sinceramente, depois que o
sim vem, é que o trabalho mais pesado começa.
PL - O
plot do livro Sombra de um Anjo gira em torno de uma guerra entre anjos e
demônios. Em algum momento você foi questionada por lidar com figuras ligadas à
religião?
Ana
Beatriz Brandão - Sim, teve um caso bem bizarro por conta da temática do livro,
onde pessoas de uma determinada religião insinuavam que eu tinha sido possuída
pelo Lucian (diabo) para escrever o livro. Às vezes as pessoas confundem
fantasia com realidade, mas faz parte.
PL - Ainda
existe um certo preconceito com relação a literatura nacional. Você sente isso
com sua obra?
Ana
Beatriz Brandão - Nunca senti graças a Deus! Apesar de já ter visto comentário
do tipo: é tão bom que nem parece nacional. Mas tenho visto que a literatura
nacional, a cada dia ganha mais espaço no coração e nas estantes dos leitores.
Isso me deixa muito feliz e me incentiva cada vez mais a escrever.
PL - Quais
seus autores favoritos? E como eles influenciaram no seu estilo de escrita?
Ana
Beatriz Brandão - Eu amo ler, e como leitora viciada fica difícil escolher
autores preferidos, mas tenho alguns que são inspiração, não pelo estilo, mas
por terem me ajudado a ser essa leitora compulsiva, dentre eles posso citar
Pedro Bandeira, Jorge Amado, JK Rowling, George R. R.
Martin, Stephen King, e por ai vai...
PL - Quais
seus próximos projetos literários?
Ana
Beatriz Brandão - Lançar o livro dois do Caçadores de Almas e depois ver qual
será o próximo. Tenho alguns escritos e prontinhos (uns 12 mais precisamente),
só esperando que vocês os conheçam.
Agora
sim, vamos ao próximo lançamento.
Será do
livro Caçadores de Almas - Segredos e Maldições no dia 08.08.2015, na Livraria Cultura da Paulista, em
São Paulo das 11 hrs às 15hrs. Além de
poder conhecer a escritora e ter o seu livro autografado, haverão vários
sorteios e os primeiros 50 a chegarem ao evento ganharão alguns brindes bem
bacanas.
E claro que tem a própria escritora fazendo o convite.
Então,
anota a data na sua agenda e vai conhecer essa menina pra lá de talentosa.
Estaremos esperando por vocês.
Sim, eu li. Até que enfim, eu li. E sim, chorei e não foi pouco, mas também sorri.
Esse livro já estava na minha estante há 3 longos anos por motivos de: spoiller e já lidei com câncer na vida real e não queria ler nada sobre isso.
Assim que peguei o livro, e me fiz dona dele, um ser muito simpático decidiu que eu seria a vítima perfeita pra lançar toda sua ira contra o que não gostou na leitura, me transformando assim em um receptáculo de todo o spoiler possível sobre essa história. Quando me refiz do trauma e achei que, mesmo sabendo o final, poderia lê-lo e ainda assim gostar, enfrentei um caso de câncer na família. Isso fez com que o colocasse no canto mais obscuro da minha estante.
Mas tudo tem sua hora, e enfim chegou a de lidar com meus traumas.
A Hazel Grace é uma adolescente que lida com o câncer desde muito nova, e é nossa protagonista e narradora. Ela conhece Augustus Waters durante um sessão de terapia em grupo. Ele também é um sobrevivente do câncer. A partir daí, os dois constroem um história linda e comovente.
A princípio, parece apenas a história de amor entre 2 jovens à beira da morte. Porém, o livro é muito mais do que isso. O romance entre os 2 é apenas pano de fundo pro autor explorar um universo repleto de momentos únicos. A vida é uma sucessão de pequenos bons momentos, porém dificilmente nos damos conta disso. E essa história nos traz exatamente essa visão. Pessoas que mesmo diante da morte, conseguem amar, sorrir, fazer planos e ver algo de bom nisso tudo. Talvez essa seja uma opinião muito particular, devido ao que vivenciei. Mas independente disso, o livro é muito bem escrito. As personagens principais são fantásticas. Eles tem uma dose de humor, que mesmo entre lágrimas é possível achar engraçado várias passagens.
A história é tratada com uma sensibilidade tocante, mesmo tratando de um tema "pesado", a narrativa é leve. É impossível não rir das "piadas" do Gus, se revoltar juntamente com o Isaac ou admirar a inteligência da Hazel. Enfim, a história é narrada de maneira a te prender na trama e fazer com que vivencie todos os momentos de dor e felicidade das personagens.
A minha edição é com a capa original, mas existe também a capa que remete ao filme. A diagramação é muito boa, margens espaçadas, letras em um tamanho bom, papel amarelado e orelhas nas capas. Não encontrei erros de revisão.
Em resumo: o livro me surpreendeu com uma narrativa envolvente, personagens cativantes e uma história marcante. Vale muito a leitura, mas eu deixo um aviso. Se por acaso você como eu, lidou de alguma maneira com essa doença ou outra qualquer, talvez a leitura seja um pouco mais dolorida.
Comecei pelo caminho inverso, vi o filme e só depois li o livro. Na realidade, só fiquei sabendo que o filme havia sido baseado em livro, quando a DarkSide o lançou no 1º semestre de 2015. Até então, só havia visto o filme 1 vez, lá pelos idos da década de 80, e só me lembrava que havia um tubarão.
Mas vamos ao que interessa. A história do livro se passa em Amity, uma cidade litorânea que vive o ano todo com a renda arrecadada durante os meses de verão. Porém, esse verão vai ser diferente. Existe um enorme tubarão branco rondando a região e atacando banhistas e pescadores. O chefe de polícia local, Martin Brody, decide interditar as praias pra manter as pessoas em segurança, mas sofre ameaças dos moradores e autoridades locais, pois todos dependem dos turistas, e a possibilidade de um tubarão nas redondezas afastaria as pessoas e consequentemente o meio de vida delas.
Pra começo de conversa, o livro tem um dos melhores inícios ever na minha opinião. No primeiro parágrafo, o narrador nos descreve o tubarão de tal maneira, que mesmo quem nunca tenha visto um, consegue imaginá-lo com detalhes. Na sequência tem a narrativa do que acontece com a primeira vítima, é de tirar o fôlego. E como todo bom livro, esse te pega no início. ...
Mas, vamos com calma. O livro é dividido em 3 partes, as 2 primeiras falam das pessoas que moram no local e de como o aparecimento desse peixe muda suas rotinas. Somente na última, é que vamos de fato vivenciar a aventura. Diferente do que ocorre com o filme, onde o foco é o tubarão e a caçada a ele, no livro nos deparamos com relações interpessoais, relacionamentos amorosos e como o próprio autor chama: máfia. No início do livro tem um introdução do próprio Peter, onde ele fala que essa diferença entre uma obra e outra foi um pedido dos produtores. Segundo ele, quando estava escrevendo o roteiro pro filme, pediram pra retirar todo o romance e máfia pra não dispersar a atenção das pessoas.
Não acho que no livro o fato de primeiro vivenciaremos toda a rotina local, pra só depois irmos de fato à caça, tira o foco do tubarão. Pelo contrário, esse mergulho na vida das pessoas é necessário pra entender os motivos que levam Brody a protelar a interdição das praias. E isso em nenhum momento é cansativo, pois entre uma história e outra, o nosso simpático tubarão está no aguardo da próxima vítima, e o narrador conduz muito bem tudo isso. A descrição das personagens é riquíssima, tanto fisicamente quanto em relação a personalidade delas. E o mais importante, o escritor consegue fazer essas descrições sem tornar a narrativa cansativa. Ela tem um ritmo muito bom, o que torna a leitura extremamente fluida.
Em relação a edição, existem pouquíssimos erros de revisão e não influenciam no entendimento do texto. A edição que tenho é a de capa dura, mas também existe a em capa brochura. As duas são fantásticas. Diagramação excelente, papel de qualidade superior, ilustrações internas, e capas primorosas.
Em resumo: gostei demais do livro, me trouxe uma visão
completamente diferente a respeito da história, o que a tornou mais rica ainda.